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Posted 01 Jun, 2009
POR PAULO BASILE FOTO ROBERT RECKER/ZEFA/CORBIS
A aparência do pênis, das mais antigas civilizações aos mais modernos relacionamentos gays, sempre foi assunto de grande relevância. Muitas podem ser as características desse órgão tão cultuado, no entanto, quando o assunto é circuncisão, a discussão vai muito além da pura estética. Praticada há mais de 5 mil anos pelos egípcios, a técnica também se tornou uma forte tradição na cultura dos judeus. Porém, ao longo da história, a postectomia (o nome científico da cirurgia) acabou se disseminando por diversas outras culturas.
Desde que o homem passou a proteger seu corpo ao usar a roupa, o prepúcio (pele que recobre a glande durante o período de flacidez e que deve ser retraída durante a fase de ereção do pênis) deixou de ser essencial para que esse órgão genital se mantivesse sadio”, afirma o médico urologista Sylvio Quadros, chefe do Departamento de Doenças Sexualmente Transmissíveis da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). “Teoricamente, o prepúcio não apenas é totalmente dispensável para o homem como também funciona como um depositário de acúmulo de substâncias indesejáveis, sejam as produzidas pelo próprio organismo, sejam as que vêm do meio exterior”, explica Quadros.
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